MENU

Poema

To a Beautiful Quaker - George Gordon, Lord Byron

Sweet girl! though only once we met,
That meeting I shall ne'er forget;
And though we ne'er may meet again,
Remembrance will thy form retain.


To a Beautiful Quaker - George Gordon, Lord Byron - Poema

Sweet girl! though only once we met,
That meeting I shall ne'er forget;
And though we ne'er may meet again,
Remembrance will thy form retain.
I would not say, 'I love,' but still
My senses struggle with my will:
In vain, to drive thee from my breast,
My thoughts are more and more represt;
In vain I check the rising sighs,
Another to the last replies:
Perhaps this is not love, but yet
Our meeting I can ne'er forget.

What though we never silence broke,
Our eyes a sweeter language spoke.
The toungue in flattering falsehood deals,
And tells a tale in never feels;
Deceit the guilty lips impart,
And hush the mandates of the heart;




But soul's interpreters, the eyes,
Spurn such restraint and scorn disguise.
As thus our glances oft conversed,
And all our bosoms felt, rehearsed,
No spirit, from within, reproved us,
Say rather, ''twas the spirit moved us.'
Though what they utter'd I repress,
Yet I conceive thou'lt partly guess;
For as on thee my memory ponders,
Perchance to me thine also wanders.
This for myself, at least, I'll say,
Thy form appears through night, through day:
Awake, with it my fancy teems;
In sleep, it smiles in fleeting dreams;
The vision charms the hours away,
And bids me curse Aurora's ray
For breaking slumbers of delight
Which make me wish for endless night:
Since, oh! whate'er my future fate,
Shall joy or woe my steps await,




Tempted by love, by storms beset,
Thine image I can ne'er forget.

Alas! again no more we meet,
No more former looks repeat;
Then let me breathe this parting prayer,
The dictate of my bosom's care:
'May heaven so guard my lovely quaker,
That anguish never can o'ertake her;
That peace and virtue ne'er forsake her,
But bliss be aye her heart's partaker!
Oh, may the happy mortal, fated
To be by dearest ties related,
For her each hour new joys discover,
And lose the husband in the lover!
May that fair bosom never know
What 't is to feel the restless woe
Which stings the soul with vain regret,
Of him who never can forget!'





To a Beautiful Quaker - George Gordon, Lord Byron - Poema - Tradução em Português

Doce menina! embora apenas uma vez nos conhecemos
Naquele encontro, nunca esquecerei;
E apesar de nunca nos encontrarmos novamente,
Lembrança tua forma vai reter.
Eu não diria 'eu amo', mas ainda assim
Meus sentidos lutam com minha vontade:
Em vão, para te tirar do meu peito,
Meus pensamentos são cada vez mais represtes;
Em vão eu verifico os suspiros crescentes,
Outra para as últimas respostas:
Talvez isso não seja amor, mas ainda assim
Nosso encontro eu não posso esquecer.

O que nós nunca silenciámos quebrou,
Nossos olhos, uma linguagem mais doce, falavam.
A língua em lisonjear falsos negócios,
E conta uma história em nunca sente;
Engano nos lábios culpados,
E silencia os mandatos do coração;
Mas os intérpretes da alma, os olhos,




Despreze esse disfarce de contenção e desprezo.
Assim como nossos olhares frequentemente conversavam,
E todos os nossos seios sentiram, ensaiaram
Nenhum espírito, de dentro, nos reprovou,
Diga sim, "foi o espírito que nos moveu".
Embora o que eles disseram eu reprimi,
Ainda assim, imagino que você adivinhe em parte;
Pois como em ti minha memória pondera,
Talvez para mim também venham.
Isso para mim, pelo menos, eu vou dizer
Sua forma aparece durante a noite, durante o dia:
Despertai, com isso minha fantasia teens;
No sono, sorri em sonhos fugazes;
A visão encanta as horas,
E me manda amaldiçoar o raio de Aurora
Para quebrar o sono de prazer
O que me faz desejar uma noite sem fim:
Desde ai! Qual é meu futuro destino?
Alegria ou infortúnio meus passos esperam
Tentado pelo amor, pelas tempestades assediadas,




Tua imagem eu não posso esquecer.

Ai! mais uma vez não nos encontramos mais
Não há mais ex-parece repetir;
Então deixe-me respirar esta oração de despedida,
O ditado do cuidado do meu peito:
'Que o céu proteja meu adorável quaker,
Essa angústia nunca pode lhe dar;
Que a paz e a virtude nunca a abandonem,
Mas a felicidade seja sua participante do coração!
Oh, pode o mortal feliz, fadado
Para ser mais caro laços relacionados,
Para ela a cada hora, novas alegrias descobrem
E perder o marido no amante!
Que aquele peito justo nunca saiba
O que é sentir a dor inquieta?
Que atormenta a alma com pesar em vão
Daquele que nunca pode esquecer!



More by SANDERLEY

TRENDS - SONG LYRICS
Radar by Sanderlei
Everything in the musical world / Tudo que rola no mundo musical / ทุกอย่างในโลกดนตรี / Все в музыкальном мире / 音楽界のすべて.

Just Go - Viagem Volta ao Mundo
#JustGo - Sanderlei Silveira