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Poema

For Once, Then, Something - Robert Frost

Others taunt me with having knelt at well-curbs
Always wrong to the light, so never seeing
Deeper down in the well than where the water
Gives me back in a shining surface picture


For Once, Then, Something - Robert Frost - Poema

Others taunt me with having knelt at well-curbs
Always wrong to the light, so never seeing
Deeper down in the well than where the water
Gives me back in a shining surface picture
Me myself in the summer heaven godlike
Looking out of a wreath of fern and cloud puffs.
Once, when trying with chin against a well-curb,
I discerned, as I thought, beyond the picture,
Through the picture, a something white, uncertain,
Something more of the depths—and then I lost it.
Water came to rebuke the too clear water.
One drop fell from a fern, and lo, a ripple
Shook whatever it was lay there at bottom,
Blurred it, blotted it out. What was that whiteness?
Truth? A pebble of quartz? For once, then, something.


For Once, Then, Something - Robert Frost - Poema - Tradução em Português

Outros me provocam por ter se ajoelhado em meio a freios
Sempre errado para a luz, então nunca vendo
Mais abaixo no poço do que onde a água




Me dá de volta em uma imagem de superfície brilhante
Eu mesmo no paraíso de verão divino
Olhando para fora de uma coroa de samambaias e nuvem sopra.
Uma vez, ao tentar com o queixo contra um meio-fio,
Eu percebi que, além da imagem,
Através da imagem, algo branco, incerto,
Algo mais das profundezas - e então eu perdi isso.
A água veio para repreender a água muito clara.
Uma gota caiu de uma samambaia, e eis uma ondulação
Agitou o que estava lá no fundo,
Borrou, apagou. O que era essa brancura?
Verdade? Um pedregulho de quartzo? Por uma vez, então, alguma coisa.



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