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11/04/2017

Álbum de fotos

Palacete Provincial - Pinacoteca do Estado do Amazonas - Amazonas AM - Brasil

Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo


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Palacete Provincial


Era uma área degradada e totalmente desamparada pelo poder público. Com um pouco de vontade política, a antiga sede da polícia militar do Amazonas – que estava, literalmente, caindo aos pedaços – foi restaurada e voltou a ter o pomposo nome de origem: Palacete Provincial.
A história de um bem imóvel público certamente reflete a história da sociedade onde se insere. O Palacete Provincial, conhecido por mais de cem anos como Quartel da Polícia Militar, e que agora retoma sua denominação original, acompanhou o evoluir da sociedade amazonense.
Quando da conclusão das obras do prédio, a 25 de março de 1874, o então denominado Palacete Provincial passou a abrigar, simultaneamente, várias repartições públicas: a Assembléia Provincial, a Repartição de Obras Públicas, a Biblioteca Pública e o Liceu Provincial – atual Colégio Amazonense D. Pedro II. A inauguração oficial só se deu em 28 de fevereiro de 1875, praticamente um ano depois da conclusão da obra.
O prédio considerado um patrimônio tangível que foi tombado em conjunto com a Praça Heliodoro Balbi e o Colégio Amazonense D. Pedro II e encontra-se sob proteção especial da Comissão Permanente de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico, de acordo com a Resolução Nº 01/80, homologada pelo Dec. Nº 4.817 de 06 de dezembro de 1980. Hoje, o Palacete Provincial encontra-se sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Cultura, que o restaurou para nele abrigar os Museus do Estado: Museu de Numismática, Museu da Imagem e do Som do Amazonas, Pinacoteca do Estado, o recém criado Museu de Arqueologia e o Museu Tiradentes (que sai da administração da Policia Militar para a SEC). Nele também passa a funcionar o Ateliê de Restauro de Obras de Arte e o Ateliê de Papel.
O local virou um extraordinário centro cultural que abriga uma pinacoteca e diversos museus, entre eles o da imagem, do som, de história, de arqueologia e o de numismática – com quase 18 mil moedas. Um dos salões mais interessantes, no entanto, é aquele que mostra o antes e o depois da reforma do palacete. É chocante ver o “antes”. É maravilhoso ver o “depois”. Uma cela-memória foi mantida nos fundos para mostrar onde ficavam alguns criminosos na época em que o prédio era um quartel.
Dentro do Palacete Provincial estão instalados : Pinacoteca do Estado, Museu da Imagem e do Som (MISAM), Museu da Numismática Bernardo Ramos, Museu Tiradentes, Museu de Arqueologia, Arena de Artes Newton de Souza Aguiar , Café do Pina.
A secular praça Heliodoro Balbi, que fica em frente ao palacete, também foi toda repaginada. Por aqui já passou boa parte da história de Manaus, assim como foi ponto de encontro para debates políticos, boêmios e intelectuais. Com o passar dos anos, e completamente abandonada, havia perdido o brilho e a importância. A revitalização encheu a área de flores, laguinhos e um design agradável para um passeio a qualquer hora do dia.
O tradicionalíssimo Café do Pina, um dos mais antigos da cidade, agora está dentro do Palacete Provincial e oferece iguarias regionais como o sanduíche de tucumã. Acabei não tirando foto do lugar, mas depois da visita ao palacete, o café é o lugar perfeito para relaxar observando a decoração da lanchonete – cheia de fotos da Manaus do século 19!

Endereço: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro, Cep: 69073-000 – Manaus/AM.
E-mail: palaceteprovincial@culturamazonas.am.gov.br
Telefone: (92) 3631-6047
Horário: Terça e Quarta: De 09h às 17h / Quinta a Sábado: De 09h às 19h /Domingo: De 16h às 20h




Pinacoteca do Estado do Amazonas


A Pinacoteca do Estado do Amazonas é um museu de arte brasileiro localizado na cidade de Manaus. É uma instituição pública estadual, subordinada à Secretaria da Cultura do Amazonas. Foi oficialmente instituída em 18 de julho de 1965, durante o governo de Artur César Ferreira Reis, fruto de uma iniciativa acalentada desde os anos 50 por um grupo de intelectuais ligados ao Clube da Madrugada, nomedamente Moacir de Andrade. Destacou-se nas décadas seguintes por sua atuação didática, formando toda uma geração de artistas contemporâneos de expressão regional.
A Pinacoteca do Amazonas possui um acervo composto por mais de mil peças de técnicas variadas, abrangendo a produção artística brasileira entre os séculos XIX e XX, com ênfase especial nos artistas amazonenses. Também conserva uma coleção didática de cópias de obras consagradas da arte universal. Promove exposições permanentes e temporárias e organiza eventos culturais diversos. Sua sede atual é o Palacete Provincial, onde se encontram localizadas outras instituições museológicas da Secretaria da Cultura.
Entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, a cidade de Manaus, como as demais capitais da região amazônica, vivia um momento de grande prosperidade, impulsionado pelo ciclo da borracha. Tal conjuntura histórica teria grande impacto no desenvolvimento do ambiente artístico-cultural da cidade (cujo símbolo maior seria a construção do luxuoso Teatro Amazonas, inaugurado em 1896), estimulando a vinda de artistas, fotógrafos e arquitetos de outras partes do Brasil e de outros países, sobretudo da Itália, atraídos pelo aquecido mercado de trabalho. Pintores como Crispim do Amaral, Fernandes Machado, Aurélio de Figueiredo e Antônio Parreiras passariam longas temporadas na cidade, executando um grande número de obras encomendadas por famílias abastadas e pelo poder público. O estímulo ao desenvolvimento artístico se consolidaria, por fim, com a adoção da educação artística em escolas públicas (como o Ginásio Amazonense, onde estudaria Manoel Santiago) e com a fundação da Academia Amazonense de Belas Artes.
A crescente concorrência dos seringais africanos e asiáticos e o fim da Primeira Guerra Mundial, entretanto, ocasionariam o fim do ciclo da borracha, resultando na decadência econômica das regiões produtoras brasileiras e, conseqüentemente, no arrefecimento dos acontecimentos artísticos e culturais da capital amazonense. Somente décadas mais tarde Manaus voltaria a presenciar alguma agitação em seu ambiente cultural, por meio da atuação do Clube da Madrugada. De ideologia anárquico-libertária, o clube havia sido criado pelos pintores Moacir Andrade, Afrânio de Castro, Oscar Ramos e Anísio Mello, e pelos escritores Antístenes Pinto, Alencar e Silva e Jorge Tufic, com o objetivo de promover uma série de ações vanguardistas nos campos das artes visuais e da literatura.
No âmbito das artes visuais, o Clube da Madrugada organizou os Salões Madrugada e as Feiras de Artes Plásticas, além de ter patrocinado exposições individuais e coletivas de artistas amazonenses. É nesse contexto que surge a idéia de criar um espaço museológico permanente para a divulgação e preservação do patrimônio artístico regional. Moacir de Andrade alimentava essa idéia desde o começo dos anos 50 e em diversas ocasiões manifestou tal desejo ao historiador Artur César Ferreira Reis. Em 1964, após o golpe militar, Artur Reis foi indicado pelo general Castelo Branco para assumir o governo amazonense, substituindo Plínio Ramos Coelho. Já no ano seguinte, em 18 de julho de 1965, instituiu, por meio da Lei n.º 233, a Pinacoteca do Estado do Amazonas.
A Pinacoteca funcionou a princípio em um salão na ala direita do edifício da Biblioteca Pública do Amazonas, na Rua Barroso. Seu acervo inicial consistia em 90 obras de arte, entre pinturas, desenhos, gravuras e esculturas. Moacir de Andrade foi o primeiro diretor da instituição, sendo sucedido por Álvaro Páscoa, Afrânio de Castro e Helena Gentil. Nos primeiros anos após a fundação, a instituição sediaria as reuniões do Clube da Madrugada e tornaria-se um importante centro regional de formação artística. Na Pinacoteca eram sediados cursos de desenho (Manoel Borges), pintura (Moacir Andrade), história da arte e xilogravura (Álvaro Páscoa). Cabe salientar, sobretudo, a atuação de Álvaro Páscoa como professor da Pinacoteca, responsável por formar toda uma geração de artistas plásticos contemporâneos, tais como Hahnemann Bacelar, Enéas Valle, Zeca Nazaré, Van Pereira, Thyrso Muñoz e Jair Jacqmont, entre outros. Este último viria a se tornar diretor da instituição na década de 1990.
Em 1992, a Pinacoteca foi transferida para o edifício do Centro de Artes da Chaminé. O novo espaço, então reformulado seguindo projeto apresentado e aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), permitiu à instituição dobrar sua área expositiva, e, dessa forma, organizar diversas exposições de artistas de expressão regional e nacional. A gestão Jacqmont também deu continuidade aos cursos de formação artística. No ano 2000, foi transferida para o pavimento superior da Vila Ninita, edifício integrante do Complexo Cultural Palácio Rio Negro. O projeto curatorial do novo espaço ficou a cargo do artista plástico Oscar Ramos. Nesse mesmo ano, teve parte do acervo restaurado pelo Atelier de Restauro de Obras de Arte da Secretaria de Cultura. Em 2009, foi novamente transferida, ocupando desde então uma ala do Palacete Provincial.
A Pinacoteca do Estado ocupa, desde 2009, uma ala do Palacete Provincial, o antigo Quartel da Polícia Militar do Amazonas, integrante do conjunto arquitetônico da praça Heliodoro Balbi. Inaugurado ainda inacabado, em 1864, o palacete foi construído para servir de residência ao capitão da Guarda Nacional, Custódio Pires Garcia. Após a morte deste, foi adquirido a pedido do presidente da província do Amazonas, José Bernardo Michiles, que tinha a intenção de tranformá-lo em Paço Municipal. O palácio passou por novas obras, sendo reinaugurado em 1875. Desde então, abrigou diversas repartições públicas e ficou por mais de um século sob administração da Polícia do Amazonas. É tombado pela Comissão Permanente de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico.
Recentemente, o Palacete Provincial foi reformado pelo governo do estado, visando sediar os espaços museológicos administrados pela Secretaria da Cultura. Além da Pinacoteca do Estado, o palacete abriga o Museu de Numismática, o Museu de Arqueologia, o Museu Tiradentes e o Museu da Imagem e do Som, além do Laboratório de Arqueologia Alfredo Mendonça de Souza, a Cela Memória e Arena de Artes Newton Aguiar (espaço destinado à realização de espetáculos ao ar livre), a Sala José Bernardo Michilles e o Salão Coronel Pedro Henrique Cordeiro Jr. (destinados a exposições temporárias), além dos ateliês de restauro e de obras sobre papel e serviços ao público.
A Pinacoteca do Estado conserva um acervo de aproximadamente mil obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, realizadas por aproximadamente 300 artistas, amazonenses, brasileiros e estrangeiros. A coleção oferece um panorama da produção artística brasileira entre os séculos XIX e XX, ilustrado, sobretudo, por obras de artistas regionais.
O academismo oitocentista e a fase de transição do século XIX para o XX está representado por obras de pintores bastante significativos para a arte brasileira. Merece destaque a tela O último baile da Ilha Fiscal, de Aurélio de Figueiredo, versão preliminar para a obra homônima conservada no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Também de Figueiredo é a tela O banho de Ceci, exemplar do romantismo indianista.[10] Constam da coleção algumas das mais famosas pinturas de cunho histórico executadas por Joaquim Fernandes Machado, tais como A Glória coroando Gonçalves Dias e Primeiro vôo de Santos Dumont. De Antônio Parreiras, o museu conserva os óleos Quarta-feira de cinzas e Caçador furtivo, provavelmente adquiridas pelo governo do estado durante a exposição do artista no Palácio Rio Negro, em 1905.[12] Há ainda obras de Eliseu Visconti, Sólon Botelho e Darkir Parreiras, entre outros.
O modernismo está representado por um conjunto de obras de Alfredo Volpi, Cícero Dias, Inimá de Paula, Aldemir Martins e Burle Marx, além do óleo Curupira, do amazonense Manoel Santiago, representativo da pintura de expressão nacionalista dos anos 30. As obras de Oscar Ramos, Álvaro Páscoa, Anísio Mello e Hahnemann Bacelar exemplificam a assimilação do legado da Semana de Arte Moderna na Manaus dos anos 50 e 60. Dentre os representantes da arte naïf, merecem menção o acreano Francisco da Silva e a manauara Rita Loureiro. Destacam-se ainda Anna Letycia Quadros, Dirso José de Oliveira e Roberto De Lamonica.
No segmento referente à arte contemporânea, há obras de artistas de expressão nacional (Adhemar Guerra, Acácio Sobral, Antônio Dias, Emmanuel Nassar, Dora Basílio etc.) e regional (Afrânio de Araújo Castro, Eli Bacelar da Silva, Jefferson Rebelo, Sebastião Alves, Cristóvão Coutinho, Oscar Ramos, Claudson Mota de Ouro, Manoel Borges etc.).
Por fim, a Pinacoteca do Estado conserva uma coleção didática de cópias de obras consagradas da arte universal. São 70 quadros e 20 esculturas, atualmente expostos na Casa da Cultura da Rua da Instalação, enfocando diversos períodos e autores relevantes da história da arte.




Manaus


Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas, localizado na Região Norte do país. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo. Pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima, está siituada na confluência dos rios Negro e Solimões, sendo uma das cidades brasileiras mais visitadas por turistas, o que a coloca como o décimo maior destino turístico do país. Destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com notáveis museus, teatros, templos, palácios e bibliotecas. Está localizada no extremo norte do país, a 3 490 quilômetros de Brasília.
É o município mais populoso do Amazonas e da Região Norte do Brasil, com sua população estimada em 2,1 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016. Em nível nacional, Manaus é o sétimo município mais populoso, depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte, além da 131ª mais populosa do mundo. É sede da Região Metropolitana de Manaus, a décima primeira mais populosa do Brasil, com 2 568 817 habitantes, representando 1,22% da população total brasileira. Apesar de registrar uma das maiores economias do país e ser um de seus municípios mais populosos, Manaus possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) dentre as capitais brasileiras, com 0,737 pontos (considerado alto), o que a coloca na 23ª colocação entre as capitais estaduais do país, à frente somente de outras quatro capitais. Em sua região metropolitana, o índice é ainda mais baixo, com 0,720 pontos, o menor resultado entre as 16 principais regiões metropolitanas brasileiras.
Originalmente fundada em 1669 pelos portugueses com o forte de São José do Rio Negro, foi elevada à vila em 1832 com o nome de Manaos, em homenagem à nação indígena dos manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual. Ficou conhecida no começo do século XX como a Paris dos Trópicos, devido a sua intensa modernização durante a época áurea da borracha, atraindo investimentos estrangeiros e imigrantes de algumas partes do mundo, sobretudo franceses. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta". Atualmente, seu principal motor econômico é o setor terciário, respondendo pela maior parte de seu Produto Interno Bruto. Em seguida, o setor secundário, destacando-se o Polo Industrial de Manaus.
Com a sexta maior economia do Brasil por PIB municipal, a cidade aumentou gradativamente a sua participação na composição do setor econômico brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,2% da economia brasileira. No ranking da revista América Economía, Manaus aparece como uma das 30 melhores cidades no ramo de negócios da América Latina, ficando à frente de capitais de países sul-americanos como Caracas, Assunção e Quito. A capital foi uma das doze cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014, assim como uma das cinco subsedes das Olimpíadas Rio 2016.




Amazonas AM


Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a maior delas em território, com uma área de 1 559 159,148 km², constituindo-se na nona maior subdivisão mundial, sendo maior que as áreas da França, Espanha, Suécia e Grécia somadas. Seria o décimo sexto maior país do mundo em área territorial, pouco superior à Mongólia. É maior que a Região Nordeste com seus nove estados, e equivale a 2,25 vezes a área do estado norte-americano do Texas. A área média de seus 62 municípios é de 25 335 km², superior à área do estado brasileiro de Sergipe. O maior de seus municípios em extensão territorial é Barcelos, com 122 476 km² e o menor é Iranduba, com 2 215 km². Pertencente à Região Norte do Brasil, é a segunda unidade federativa mais populosa desta macrorregião, com seus 4 milhões de habitantes em 2016, sendo superado apenas pelo Pará. No entanto, apenas dois de seus municípios possuem população acima de 100 mil habitantes: Manaus, a capital e sua maior cidade com 2,1 milhões de habitantes em 2016, que concentra cerca de 50% da população do estado, e Parintins, com pouco mais de 112 mil habitantes. O estado é ainda, subdividido em 13 microrregiões e 4 mesorregiões. Seus limites são com o estado do Pará ao leste; Mato Grosso ao sudeste; Rondônia e Acre ao sul e sudoeste; Roraima ao norte; além da Venezuela, Colômbia e Peru ao norte, noroeste e oeste, respectivamente.
Em 1850, no dia 5 de setembro, foi criada a Província do Amazonas, desmembrada da Província do Grão-Pará. Os motivos que levaram à criação da Província do Amazonas foram muitos, em especial, a grandíssima área territorial administrada pelo Grão-Pará, com capital em Belém, e as tentativas fracassadas do Peru em ampliar suas fronteiras com o Brasil, com o apoio dos Estados Unidos. O estado possui um dos mais baixos índices de densidade demográfica no país, superior apenas ao do estado vizinho, Roraima. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2016 a densidade demográfica equivale a 2,54 habitantes por quilômetro quadrado.
Detém 98% de sua cobertura florestal preservada e um dos maiores mananciais de água doce do planeta, proveniente da maior rede hidrográfica do mundo. A hidrografia do estado, entretanto, sofre grande influência de vários fatores como precipitação, vegetação e altitude. Em geral, os rios amazonenses são navegáveis e formam sua maior rede de transporte. Possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) (empatado com o Amapá) e o maior PIB per capita entre todos os estados do Norte do Brasil. A Região Metropolitana de Manaus, com uma população superior aos 2,5 milhões de habitantes e sendo a maior em área territorial do mundo, é sua única região metropolitana. O Pico da Neblina, ponto culminante do Brasil, também está localizado no território amazonense.