MENU

01/04/2017

Álbum de fotos

Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil

Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo


Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo
Teatro Amazonas - Manaus - Amazonas AM - Brasil - Viagem Volta ao Mundo - Just Go #JustGo



Teatro Amazonas


Teatro Amazonas é um teatro brasileiro localizado no largo de São Sebastião, no centro de Manaus, capital do Amazonas, inaugurado em 1896 é a expressão mais significativa da riqueza de Manaus durante o ciclo da borracha. De estilo renascentista entorno de sua estrutura externa com os detalhes únicos na sua cúpula, tornou-se um dos mais conhecidos monumentos do Brasil e consequentemente, um símbolo dos mais proeminentes de Manaus. A Orquestra Filarmônica do Amazonas regularmente ensaia e apresenta dentro do teatro.
A história do teatro inicia em 1881, quando o deputado provincial Antônio José Fernandes Junior, apresentou o projeto para a construção de uma casa de opera em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembleia Provincial do Amazonas que iniciou as discussões sobre a construção do edifício. Manaus estava no auge do ciclo da borracha e era embalada pela riqueza provida da extração do látex amazônico, altamente valorizado pelas indústrias europeias e americanas. O projeto arquitetônico foi escolhido pelo Instituto Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa em 1883. No entanto, devido as discussões sobre o terreno para a construção e os custos do trabalho, foi iniciado em 1884 com a pedra fundamental. O trabalho se desenrolava morosamente e somente durante o governo de Eduardo Ribeiro a edificação do prédio tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para realizar o trabalho. A decoração interna esteve ao encargo do decorador pernambucano, Crispim do Amaral, com exceção do corredor a área mais luxuosa do edifício entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. O teatro foi finalmente inaugurado no dia 31 de dezembro de 1896.
O Teatro Amazonas foi palco inspirador de algumas obras literárias, alguns filmes nacionais e estrangeiros e outras teledramaturgias, seu salão nobre foi cenário de uma das cenas do filme de Werner Herzog, Fitzcarraldo de 1982, onde na cena, os atores Grande Otelo, José Lewgoy e Klaus Kinski vão para a inauguração do teatro, no romance policial português, “Longe de Manaus”, o teatro é algumas vezes citado, tal qual nas obras literárias de Eva Ibbotson, “Journey to the River Sea” e “A Company of Swans”, na minissérie da teledramaturgia brasileira, “Amazônia, de Galvez a Chico Mendes” de 2007, o teatro serviu como plano de fundo na primeira parte da minissérie para o cenário de Manaus do século XIX, na opera ianque-mexicana, “Florencia en el Amazonas”, de Daniel Catán, o teatro também é plano de fundo para cenário da opera sendo citado algumas vezes durante a encenação, na animação hollywoodiana, “Rio 2”, da direção de Carlos Saldanha, o teatro aparece na cena dos personagens principais ao “adentrarem na selva amazônica”.
A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 701 pessoas, distribuídas entre a plateia e os três andares dos camarotes, do corredor decorado com características barrocas e a pintura do teto, chamado "a glorificação das Bellas Artes da Amazônia", de 1899, por Domenico de Angelis, o artista italiano que pintou também a câmara de audição. Os ornamentos sobre as colunas do piso térreo, com máscaras em homenagem a famosos compositores clássicos e dramaturgos, como o Aristophanes, Molière, Rossini, Mozart, Verdi e outros. Sobre o teto abobadado estão apostas quatro telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot a mais tradicional da época onde são retratadas alegorias à música, dança, tragédia e uma homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes. No centro, prende-se um lustre dourado com cristais venezianos, que desce ao nível das cadeiras para a realização de sua manutenção e limpeza.
Estilo arquitetônico do teatro é considerado tipicamente renascentista com detalhes ecléticos, suas telhas foram importadas da Alsácia, as paredes de aço de Glasgow, na Escócia e o mármore de Carrara nas escadas, estátuas e colunas, da Itália. A cúpula é coberta com 36.000 azulejos decorados, pintados nas cores da bandeira nacional do Brasil. A decoração interior veio da França no estilo Louis XV. Os 198 lustres do teatro foram importados da Itália, incluindo 32 com vidro de Murano.
A cúpula é composta de 36 mil peças de escamas em cerâmica esmaltada e telhas vitrificadas, vindas da Alsácia. Foi adquirida na Casa Koch Frères, em Paris. A pintura ornamental é da autoria de Lourenço Machado. O colorido original, em verde, azul e amarelo é uma analogia à exuberância da bandeira brasileira.
O salão nobre é utilizado apenas para visitação, com capacidade para 200 pessoas.
A sala de espetáculos tem capacidade para 701 pessoas. A distribuição de lugares é a seguinte: Plateia: 266 poltronas; Frisa: 100 cadeiras distribuídas em 20 frisas; 1.º pavimento: 110 cadeiras distribuídas em 20 camarotes; 2.º Pavimento: 125 cadeiras distribuídas em 25 camarotes; 3.º Pavimento: 100 cadeiras distribuídas em 20 camarotes.




Manaus


Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas, localizado na Região Norte do país. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo. Pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima, está siituada na confluência dos rios Negro e Solimões, sendo uma das cidades brasileiras mais visitadas por turistas, o que a coloca como o décimo maior destino turístico do país. Destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com notáveis museus, teatros, templos, palácios e bibliotecas. Está localizada no extremo norte do país, a 3 490 quilômetros de Brasília.
É o município mais populoso do Amazonas e da Região Norte do Brasil, com sua população estimada em 2,1 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016. Em nível nacional, Manaus é o sétimo município mais populoso, depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte, além da 131ª mais populosa do mundo. É sede da Região Metropolitana de Manaus, a décima primeira mais populosa do Brasil, com 2 568 817 habitantes, representando 1,22% da população total brasileira. Apesar de registrar uma das maiores economias do país e ser um de seus municípios mais populosos, Manaus possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) dentre as capitais brasileiras, com 0,737 pontos (considerado alto), o que a coloca na 23ª colocação entre as capitais estaduais do país, à frente somente de outras quatro capitais. Em sua região metropolitana, o índice é ainda mais baixo, com 0,720 pontos, o menor resultado entre as 16 principais regiões metropolitanas brasileiras.
Originalmente fundada em 1669 pelos portugueses com o forte de São José do Rio Negro, foi elevada à vila em 1832 com o nome de Manaos, em homenagem à nação indígena dos manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual. Ficou conhecida no começo do século XX como a Paris dos Trópicos, devido a sua intensa modernização durante a época áurea da borracha, atraindo investimentos estrangeiros e imigrantes de algumas partes do mundo, sobretudo franceses. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta". Atualmente, seu principal motor econômico é o setor terciário, respondendo pela maior parte de seu Produto Interno Bruto. Em seguida, o setor secundário, destacando-se o Polo Industrial de Manaus.
Com a sexta maior economia do Brasil por PIB municipal, a cidade aumentou gradativamente a sua participação na composição do setor econômico brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,2% da economia brasileira. No ranking da revista América Economía, Manaus aparece como uma das 30 melhores cidades no ramo de negócios da América Latina, ficando à frente de capitais de países sul-americanos como Caracas, Assunção e Quito. A capital foi uma das doze cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014, assim como uma das cinco subsedes das Olimpíadas Rio 2016.




Amazonas AM


Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a maior delas em território, com uma área de 1 559 159,148 km², constituindo-se na nona maior subdivisão mundial, sendo maior que as áreas da França, Espanha, Suécia e Grécia somadas. Seria o décimo sexto maior país do mundo em área territorial, pouco superior à Mongólia. É maior que a Região Nordeste com seus nove estados, e equivale a 2,25 vezes a área do estado norte-americano do Texas. A área média de seus 62 municípios é de 25 335 km², superior à área do estado brasileiro de Sergipe. O maior de seus municípios em extensão territorial é Barcelos, com 122 476 km² e o menor é Iranduba, com 2 215 km². Pertencente à Região Norte do Brasil, é a segunda unidade federativa mais populosa desta macrorregião, com seus 4 milhões de habitantes em 2016, sendo superado apenas pelo Pará.[9] No entanto, apenas dois de seus municípios possuem população acima de 100 mil habitantes: Manaus, a capital e sua maior cidade com 2,1 milhões de habitantes em 2016, que concentra cerca de 50% da população do estado, e Parintins, com pouco mais de 112 mil habitantes.[10][11][12][13] O estado é ainda, subdividido em 13 microrregiões e 4 mesorregiões.[14][15] Seus limites são com o estado do Pará ao leste; Mato Grosso ao sudeste; Rondônia e Acre ao sul e sudoeste; Roraima ao norte; além da Venezuela, Colômbia e Peru ao norte, noroeste e oeste, respectivamente.
Em 1850, no dia 5 de setembro, foi criada a Província do Amazonas, desmembrada da Província do Grão-Pará. Os motivos que levaram à criação da Província do Amazonas foram muitos, em especial, a grandíssima área territorial administrada pelo Grão-Pará, com capital em Belém, e as tentativas fracassadas do Peru em ampliar suas fronteiras com o Brasil, com o apoio dos Estados Unidos. O estado possui um dos mais baixos índices de densidade demográfica no país, superior apenas ao do estado vizinho, Roraima. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2016 a densidade demográfica equivale a 2,54 habitantes por quilômetro quadrado.
Detém 98% de sua cobertura florestal preservada e um dos maiores mananciais de água doce do planeta, proveniente da maior rede hidrográfica do mundo. A hidrografia do estado, entretanto, sofre grande influência de vários fatores como precipitação, vegetação e altitude. Em geral, os rios amazonenses são navegáveis e formam sua maior rede de transporte. Possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) (empatado com o Amapá) e o maior PIB per capita entre todos os estados do Norte do Brasil. A Região Metropolitana de Manaus, com uma população superior aos 2,5 milhões de habitantes e sendo a maior em área territorial do mundo, é sua única região metropolitana. O Pico da Neblina, ponto culminante do Brasil, também está localizado no território amazonense.