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As jóias da Coroa - Raul Pompeia

Descrição do livro

Baseando-se em fatos reais ocorridos durante o império de D. Pedro II, o consagrado autor de ‘O Ateneu’ criou essa história em que o roubo das jóias de um rico aristocrata, no fim do século passado, se transforma em um acontecimento revelador das muitas faces da sociedade brasileira da época.

As jóias da Coroa - Raul Pompeia

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Sobre o Autor:

Raul Pompeia (1863—1895) foi um escritor brasileiro, conhecido por sua obra O Ateneu.

Uma Tragédia no Amazonas, primeiro romance de Raul Pompeia, teve uma recepção crítica contemporânea modesta. Apesar disso, Capistrano de Abreu, um dos principais críticos do século XIX, escreveu um ensaio na revista "Gazetinha", dos dias 27 e 28 de fevereiro de 1882[5]. Há um grande elogio aos talentos artísticos de Pompeia: “esculpe sem dificuldade”, “desenha com gosto” e “já deitou até caricatura”. Uma Tragédia no Amazonas¸ para o crítico, é ainda “ultra trágico” – algo não tão bem visto à época. Victor Malin, outro crítico e na mesma edição do periódico mencionado, afirma que o romance pioneiro de Pompeia é “magnífico como ensaio, muito apreciável como estreia”, além de que Machado de Assis, Aluizio de Azevedo, Araripe Junior, dentre outros, teriam em breve um rival poderoso.

O livro que aclamou Raul Pompeia, no entanto, foi O Ateneu, cuja recepção crítica foi ampla desde o momento de sua publicação em folhetim. Adherbal de Carvalho, redator literário do jornal "O Tempo", teceu mais de um artigo crítico, louvando o autor[6], em junho de 1888. O romance é chamado de “um magistral livro”, o “melhor escrito na língua portuguesa”, com “descrições minuciosas” e garantindo que o sucesso do livro será o mesmo de Balzac, Zola e Flaubert. Três principais críticos do final do século XIX e início do século XX redigiram críticas muito positivas: Sílvio Romero, José Verissimo e Araripe Junior. Esse último, no jornal "Novidades", no dia 6 de dezembro de 1888, classifica O Ateneu como romance psicológico e que Pompeia seria o precursor de uma nova escola literária, sucessor da família “virgiliana, que produziu Ovídio em Roma e Petarcha na Itália”.


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