Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?





Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 - How Do I Love Thee?


How do I love thee? Let me count the ways.

I love thee to the depth and breadth and height

My soul can reach, when feeling out of sight

For the ends of being and ideal grace.


I love thee to the level of every day’s

Most quiet need, by sun and candle-light.

I love thee freely, as men strive for right.

I love thee purely, as they turn from praise.


I love thee with the passion put to use

In my old griefs, and with my childhood’s faith.

I love thee with a love I seemed to lose


With my lost saints. I love thee with the breath,

Smiles, tears, of all my life; and, if God choose,

I shall but love thee better after death.


Elizabeth Barrett Browning (1806—1861)

was one of the most prominent English poets of the Victorian era.




Elizabeth Barrett Browning - Soneto 43 - Como te amo?


Como te amo? Deixa-me contar os modos.

Amo-te ao mais fundo, amplo e alto que

Minh'alma pode alcançar, além dos limites visíveis

E fins do Ser e da Graça ideal.


Amo-te até ao nível das mais diárias

E ínfimas necessidades, à luz do sol e das velas.

Amo-te com liberdade, como os homens buscam por Justiça;

Amo-te com pureza, como voltam das Preces.


Amo-te com a paixão posta em uso

Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.

Amo-te com um amor que me parecia perdido


Com meus Santos perdidos - amo-te com o fôlego,

Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! - e, se Deus quiser,

Amar-te-ei melhor depois da morte.


Elizabeth Barrett Browning (1806—1861).

Foi uma poetisa inglesa da época vitoriana.

Mulher do poeta Robert Browning.






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Elizabeth Barrett Browning - Sonnet 43 XLIII - How Do I Love Thee? (Como te Amo?)